Saiba como são feitos os movimentos por dentro de um carro alegórico!!
Cabos de aço e manivelas garantem piscar de olhos e 'caminhar' de esculturas
Presença de parintinense é essencial em cada carro para garantir perfeição.
Quem acompanha anualmente os desfiles das escolas de samba e é apaixonado pelo carnaval, inevitavelmente se pergunta como aqueles imensos carros alegóricos conseguem realizar movimentos tão delicados, como um piscar de olhos ou o abrir e fechar da boca de uma escultura.
O G1 visitou o interior de carros alegóricos da Império de Casa Verde, em São Paulo, escola conhecida por levar à avenida alegorias gigantes, para revelar os segredos dessa "magia do carnaval". Neste ano, a Império construiu um carro alegórico com 100 metros de comprimento. Segundo a Comissão de Carnaval da escola, o carro é uma estrutura única, não é acoplado. A escultura surpresa que virá sobre o carro da escola terá cerca de 55 metros de comprimento por 14 de altura.
Logo na entrada do carro alegórico é possível perceber que o trabalho exige esforço: uma portinha estreita separa a fantasia dos movimentos da dura realidade dos homens fortes responsáveis por eles. Lá dentro, as instalações ainda não estão prontas. Falta a luz e a ventilação que, segundo o designer e cenógrafo Troy Costta, ainda serão acrescentadas à alegoria.
Para controlar os diversos cabos de aço e manivelas que garantem o movimento das esculturas dos carros na avenida, é fundamental que pelo menos uma das pessoas dentro de cada carro venha de Parintins, no Amazonas. Isso, segundo Costta, é devido à experiência que eles trazem da festa dos bois Garantido e Caprichoso na cidade.
Para controlar os diversos cabos de aço e manivelas que garantem o movimento das esculturas dos carros na avenida, é fundamental que pelo menos uma das pessoas dentro de cada carro venha de Parintins, no Amazonas. Isso, segundo Costta, é devido à experiência que eles trazem da festa dos bois Garantido e Caprichoso na cidade.
“Temos muitos funcionários que vêm de Parintins para trabalhar na confecção dos carros e prepará-los para esses movimentos, mas um grupo ainda maior de pessoas de lá chega às vésperas do carnaval, exatamente para colocar os carros em funcionamento de forma segura e correta”, diz o designer.
Costta conta ao G1 que cada cabo cuida de um pequeno detalhe, como uma piscada de olho ou um movimento do pescoço. Alguns dos movimentos são sincronizados e dependem diretamente da orientação da comissão de carnaval, que de fora do carro passa as coordenadas aos funcionários para que a coreografia saia conforme o combinado.
Costta conta ao G1 que cada cabo cuida de um pequeno detalhe, como uma piscada de olho ou um movimento do pescoço. Alguns dos movimentos são sincronizados e dependem diretamente da orientação da comissão de carnaval, que de fora do carro passa as coordenadas aos funcionários para que a coreografia saia conforme o combinado.
"Falamos com eles por meio de um rádio e orientamos os movimentos que devem seguir uma ordem. Isso é fundamental para dar vida às peças na avenida", diz.
Em todos os carros, além da presença dos funcionários responsáveis pelo movimento, o trabalho dos empurradores é fundamental. No carro gigante da Império neste ano será necessária a ajuda de 60 empurradores e pelo menos 20 pessoas para cuidar dos movimentos da escultura. “Será um show para o público”, diz Costta.
Em todos os carros, além da presença dos funcionários responsáveis pelo movimento, o trabalho dos empurradores é fundamental. No carro gigante da Império neste ano será necessária a ajuda de 60 empurradores e pelo menos 20 pessoas para cuidar dos movimentos da escultura. “Será um show para o público”, diz Costta.
FONTE DA METERIA:http://g1.globo.com/index.html
Comentários
Postar um comentário